Menino bombeiro


A mãe parou ao lado do leito de seu filhinho de 6 anos, que estava doente de leucemia. Embora o coração dela estivesse pesado de tristeza e angústia, ela era muito determinada.
Como qualquer outra mãe, ela gostaria que ele crescesse e realizasse seus sonhos.
Agora, isso não seria mais possível, por causa de uma leucemia terminal.
Junto dele tomou-lhe a mão e perguntou:
- Filho, você alguma vez já pensou o que gostaria de ser quando crescesse?
- Mamãe, eu sempre quis ser um bombeiro!
A mãe sorriu e disse:
- Vamos ver o que podemos fazer.
Mais tarde, naquele mesmo dia, ela foi ao Corpo de Bombeiros local e contou ao Chefe dos Bombeiros a situação de seu filho e perguntou se seria possível o garoto dar uma volta no carro dos bombeiros, em
torno do quarteirão.
O Chefe dos bombeiros, comovido, disse:
- NÓS PODEMOS FAZER MAIS QUE ISSO ! Se você estiver com o seu filho pronto às sete horas da manhã, daqui a uma semana, nós o faremos um bombeiro honorário, por todo o dia.
Ele poderá ir para o quartel, comer conosco e sair para atender às chamada incêndio. E se você nos der as medidas dele, nós
conseguiremos um uniforme completo: chapéu com o emblema de nosso batalhão, casaco amarelo igual ao que vestimos e botas também.
Uma semana depois, o bombeiro-chefe pegou o garoto, vestiu-lhe o uniforme de bombeiro e o escoltou do leito do hospital até o caminhão de bombeiros. O menino ficou sentado na parte de trás do caminhão, e foi até o quartel central.
Parecia-lhe estar no céu...
Ocorreram três chamadas naquele dia na cidade e o garoto acompanhou todos as três. Em cada chamada, ele foi em veículos diferentes: no tanque, na van dos paramédicos e até no carro especial do chefe do bombeiros.
Todo o amor e atenção que foram dispensados ao menino acabaram comovendo-o tão profundamente, que ele viveu três meses a mais que o previsto.
Uma noite, todas as suas funções vitais começaram a cair dramaticamente e a mãe decidiu chamar ao hospital, toda a família.
Então, ela lembrou a emoção que o garoto tinha passado como um bombeiro, e pediu à enfermeira que ligasse para chefe da corporação, e perguntou se seria possível enviar um bombeiro para o hospital, naquele momento trágico, para ficar com o menino.
O chefe dos bombeiros respondeu:
- NÓS PODEMOS FAZER MAIS QUE ISSO!
Nós estaremos aí em cinco minutos. Mas faça-me um favor. Quando você ouvir as sirenes e vir as luzes de nossos carros, avise no sistema de som que não se trata de um incêndio. É apenas o corpo de bombeiros vindo visitar mais uma vez, um de seus mais distintos integrantes. E também poderia abrir a janela do quarto dele? Obrigado! Cinco minutos depois, uma van e um caminhão com escada chegaram no hospital. Estenderam a escada até o andar onde o garoto estava, e 16
bombeiros subiram.
Com a permissão da mãe, eles o abraçaram, seguraram, e disseram que o
amavam.
Com voz fraquinha, o menino olhou para o chefe e perguntou:
- Chefe , eu sou mesmo um bombeiro?
- Sim, você é um dos melhores - disse ele.
Com estas palavras, o menino sorriu e fechou seus olhos para sempre.
E você, diante do pedido de seus pais, irmãos, filhos, parentes e amigos, o que vem fazendo?
Comprometa-se e diga sempre: EU POSSO FAZER MAIS QUE ISSO !
Esta mensagem não deve ficar arquivada! Absorva-a e depois encaminhe para os seus amigos!
Se é para arquivar, que seja no coração de cada um de NÓS! Ajude a melhorar o PLANETA!
"A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos"

Esta é uma história de um alpinista que sempre buscava superar mais e mais desafios. Ele resolveu depois de muitos anos de preparação escalar o Aconcágua. Mas ele queria a glória somente para ele, e resolveu escalar sozinho sem nenhum companheiro, o que não  seria natural no caso de uma escalada com essa dificuldade.

Começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde, e porque não havia se preparado para acampar, resolveu continuar a escalada decidido a chegar até o topo. Escureceu e a noite caiu que nem um breu nas alturas da montanha, e não era possível mais enxergar um palmo à frente do nariz, não se via absolutamente nada. Tudo era a escuridão, zero de visibilidade, não havia lua e as estrelas estavam cobertas de nuvens.

Subindo por uma parede a apenas 100 m do topo ele escorregou e caiu numa velocidade vertiginosa, somente conseguiu ver as manchas que passavam cada vez mais rápidas pela escuridão, e sentia a terrível sensação de ser sugado pela força da gravidade.

Ele continua caindo e nesses angustiantes momentos, passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes que havia vivido em sua vida, de repente ele sentiu um puxão que quase o partiu pela metade.

Shak!

Como todo alpinista experimentado, havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda que fixou em sua cintura.

Nesse momento de silêncio, suspendido pelos ares na completa escuridão, não havia nada a fazer a não ser gritar:

-         Ó meu Deus, me ajude!!!

De repente uma voz grave e profunda dos céus, respondeu:

-         O que você quer de mim meu filho?

-         Me salve meu Deus, por favor!!!

-         Você realmente acredita que eu possa te salvar?

-         Eu tenho certeza meu Deus.

-         Então corte a corda que te mantém pendurado.

Houve um momento de silêncio e reflexão. O homem se agarrou mais ainda à corda e refletiu que se fizesse isso morreria.

Conta o pessoal de resgate  que ao realizar as buscas, encontrou um alpinista congelado, morto e agarrado com força a uma corda. A somente meio metro do chão.

Por vezes nos agarramos às nossas velhas cordas que nos mantém seguros, porém ter fé e arriscar-se e confiar!!! (autor desconhecido)

 A Lenda do Cavalo no Poço

            Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda. Um dia, seu capataz veio trazer a noticia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado. O fazendeiro foi rapidamente ao local do acidente, avaliou a situação, certificando-se que o animal não se machucara, mas, pela dificuldade e o alto custo de retirá-lo do fundo do poço, achou que não valeria a pena investir numa operação de resgate.

            Tomou então a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal, jogando terra no poço até enterrá-lo, ali mesmo.

            E assim foi feito: os empregados, comandados pelo capataz, começaram a jogar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo. Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, o animal sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo. Logo, os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas, ao contrario, esta subindo à medida que a terra enchia o poço, até que enfim, conseguiu sair. Sabendo do caso, o fazendeiro ficou muito satisfeito e o cavalo viveu ainda muitos anos servindo ao dono da fazenda.

CONCLUSÃO: Se você estiver “lá embaixo”, sentindo-se pouco valorizado, quando, já certos de seu desaparecimento, os outros jogarem sobre você terra da incompreensão, da falta de oportunidades e de apoio, lembre-se desse cavalo.

            Não aceite a terra que cai sobre você... Sacuda-a e suba sobre ela. E, quando mais terra, mais você vai subindo... Subindo...Subindo, aprendendo a sair do buraco...

            Sucesso!!!!         

Autor Desconhecido

 Desejos de Esfregão

            A Lindalva, quarentona, divorciada, lembrando daqueles lindos tempos quando passeava pelas ruas, ouvia os gracejos sobre suas ancas, suas pernas, etc... e naquele chacoalhar do ônibus em que seguia resolveu ir em pé mesmo, ainda que houvesse lugares disponíveis para sentar.

            Eis que subiu no veiculo um senhor de terno e chapéu, nada a estranhar se não fosse o fato de ser apenas 11h30 da manhã e aquele sol de fritar ovos na calçada, porém parecia que havia saído de uma barbearia, de tão bem escanhoado e perfumado. Isso ela notou de longe.

            O mais interessante foi que o individuo acabou prostrando-se logo atrás da Lindalva. Entrou mais gente ainda no ônibus, fê-lo encostar mais ainda. Ela já sentia o perfume inebriante com mais intensidade e o roçar do corpo dele nas suas costas. Pensou em reclamar, mas pensou:

            - Será que ele está gostando? Ah, não vou reclamar, afinal já passa de quatro anos que não sinto uma aproximação tão viril assim!

            Como ela não esboçou nenhum gesto, ele começou a discreta esfregação atrás dela.

            - Ai, meu Deus! Pensa ela, quero ver só a cara de inveja da Gertrudes quando contar a ela que não estou de jogar fora, imagina só este tipão que está grudado em mim.

            Virou o rosto para trás um pouco, bem de leve para ele não perceber seus pés de galinha no rosto e esboçou um sorriso no que foi correspondida, e pensou:

            - Maldita hora em que deixei de comprar aquele creme que prometia disfarçar estas ruguinhas, mas está muito bom assim mesmo!

            Logo ele falou bem ao seu ouvido, arrepiando-a:

            - Desculpe-me senhora, mas tenho de descer aqui, me dá licença?

            - Ora, mas claro, ela respondeu com o melhor sorriso que pôde esboçar no momento, dando-lhe passagem, sem desgrudar de seus olhos.

            Algumas paradas adiante ela desce ainda sorvendo o aroma do perfume em pleno sonho imaginário, e descobre que sua carteira com cinqüenta reais e documentos haviam evaporado juntos.

 Autor Desconhecido

Não se esqueça do principal!

            Conta a lenda que certa mulher pobre, com uma criança no colo, passando diante de uma caverna, escutou uma voz misteriosa que lá dentro lhe dizia:

            “- Entre e apanhe tudo o que você desejar, mas não se esqueça do principal. Lembre-se, porém, de uma coisa. Depois que você sair, a porta se fechará para sempre. Portanto, aproveite a oportunidade, mas não se esqueça do principal”.

            A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente, tudo o que podia no seu avental.

            A voz misteriosa falou novamente:

            “- Você só tem oito minutos”.

            Esgotados os oitos minutos, a mulher carregada de ouro e pedras preciosas, correu para fora da caverna e porta se fechou...

            Lembrou-se, então, que a criança ficara lá e a porta estava fechada para sempre!

            A riqueza durou pouco e o desespero, sempre.

            O mesmo acontece, às vezes, conosco. Temos uns oitenta anos para viver, neste mundo, e uma voz sempre nos adverte:

            “- Não se esqueça do principal”.

            O principal são os valores da vida: a oração,  a família, os amigos, a paz! Mas a ganância, a riqueza, os prazeres materiais nos fascinam tanto que o principal vai ficando sempre de lado... Assim, esgotamos o nosso tempo aqui, e deixamos de lado o essencial:

            “Os tesouros da alma”.

            Que jamais nos esqueçamos que a vida, neste mundo, passa rápido, que a morte chega de inesperado e quando a porta desta vida se fecha para nós, de nada valerão as lamentações.

            Portanto, que jamais nos esqueçamos do principal!

Autor Desconhecido

 

Mudanças!!!

Quando era jovem e livre, e minha imaginação não tinha limites, eu sonhava em mudar o mundo. Quando fiquei mais velho e mais sábio, descobri que o mundo não mudaria, e assim reduzi um pouco os limites de meu ideal e decidi mudar meu país.

Porém este, também, parecia imutável.

À medida que chegava ao crepúsculo, numa última e desesperada tentativa, procurei mudar apenas minha família, aqueles mais próximos a mim, mas, ai de mim, eles não mudaram.

E agora, deitado em meu leito de morte, subitamente percebo: se eu tivesse apenas mudado a mim mesmo primeiro, então, pelo exemplo, eu teria mudado minha família.

Com sua inspiração e estímulo, eu poderia ter melhorado meu país e, quem sabe até, ter mudado o mundo.

Comece consigo mesmo ...

O milagre da vida

Como qualquer mãe, quando Maria soube que um bebê estava a caminho, fez todo o possível para ajudar o seu outro filho, Gabriel, com três anos de idade, a se preparar para a chegada.

 Os exames mostraram que era uma menina, e todos os dias Gabriel cantava perto da barriga de sua mãe. Ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer.

A gravidez se desenvolveu normalmente. No tempo certo, vieram as contrações. Primeiro, a cada cinco minutos, depois a cada três, então a cada minuto uma contração. Entretanto, surgiram algumas complicações e o trabalho de parto de Maria demorou horas.

Todos discutiram a necessidade provável de uma cesariana. Até que enfim, depois de muito tempo, a irmãzinha de Gabriel nasceu. Só que ela estava muito mal. Com a sirene no último volume, a ambulância levou a recém-nascida para a UTI neonatal da Santa Casa de Campo Grande.

 Os dias passaram. A menininha piorava. O médico disse aos pais:

“ Preparem-se para o pior. Há poucas esperanças”

Maria e seu marido começaram, então, os preparativos para o funeral. Alguns dias atrás estavam arrumando o quarto para esperar pelo novo bebê.

Hoje, os planos eram outros.

Enquanto isso, Gabriel todos os dias pedia aos pais que o levasse para conhecer a sua imãzinha.

“ Eu quero cantar para ela”, ele dizia.

A segunda semana de UTI entrou e esperava-se que o bebê não sobrevivesse até o final dela. Gabriel continuava insistindo com seus pais para que o deixasse cantar para sua irmã, mas crianças não eram permitidas na UTI.

Entretanto, Maria decidiu. Ela levaria Gabriel ao hospital de qualquer jeito.

Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje, talvez não a visse viva.

Ela vestiu Gabriel com uma roupa um pouco maior, para disfarçar a idade, e rumou para o hospital.

A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali.

Mas Maria insistiu: “ Ele não irá embora até que veja a sua irmãzinha!”

Então ela levou Gabriel até a incubadora.

Ele olhou para aquela trouxinha de gente que perdia a batalha pela vida.

Depois de alguns segundos olhando, ele começou a cantar, com sua voz pequenininha:

“ Você é o meu sol, o meu único sol.

Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro...” (Sunshine)

Nesse momento, o bebê pareceu reagir. A pulsação começou a baixar e se estabilizou. Maria encorajou Gabriel a continuar cantando.

“ Você não sabe, querida, quanto te amo. Por favor, não leve o meu sol embora...”

Enquanto Gabriel cantava, a respiração difícil do bebe foi se tornando suave.

“ Continue querido!” – pediu Maria, emocionada.

“ Outra noite, querida, eu sonhei que você estava em meus braços...

O bebê começou a relaxar. “ Cante mais um pouco, Gabriel.”.

A enfermeira começou a chorar.

“ Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz,  mesmo o céu está escuro... Por favor, não leve o meu sol embora...”.

No dia seguinte, a irmã de Gabriel já tinha se recuperado e em poucos dias foi para casa.

A Revista Veja chamou essa história de o milagre da canção de um irmão. Os médicos chamaram simplesmente de milagre. Maria chamou de milagre do amor de  Deus.

Nós estamos chamando de O Milagre da Vida...

 

NUNCA ABONDENE AQUELE QUEVOCÊ AMA.

O AMOR É INCRIVELMENTE PODEROSO.

AME ACIMA DE QUALQUER COISA.

ORE, CANTE, DANCE...

E NÃO SE ESQUEÇA ... SORRIA

 (Autor desconhecido, adaptado para esta oficina);

 

Amigos

“Conta uma linda lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e em um determinado ponto da viagem discutiram.

Um deles, irritado, dá um tapa no rosto do outro, este então, ofendido, sem nada a dizer, escreveu na areia:

HOJE, MEU MELHOR AMIGO ME BATEU NO ROSTO.

Seguiram e chegaram a um oásis onde resolveram banhar-se.

O que havia sido esbofeteado começou a afogar-se sendo salvo pelo amigo. Ao recuperar-se pegou um estilete e escreveu numa pedra:

HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA.

Intrigado, o amigo perguntou:

-          Por que depois que te bati, você escreveu na areia e agora que te salvei você escreveu na pedra?

Ah, com um sorriso no rosto,  o outro amigo respondeu:

-          Quando um grande amigo nos ofende, deveremos escrever na areia, onde o vento do esquecimento e o perdão se encarregam de apagar; porém quando nos faz algo grandioso, deveremos gravar na pedra da memória do coração onde vento nenhum do mundo poderá apagar.

           

O Eco

Um filho e um pai caminhavam por uma montanha. De repente, o menino cai, machuca-se e grita: - Ai!!! Para sua surpresa, escutava sua voz se repetindo, em algum lugar da montanha: Ai, ai, ai... Curioso, pergunta: - Quem é você? E recebe como resposta: - Quem é você? Contrariado, grita: - Seu covarde! Escuta como resposta: - Seu covarde! Intrigado, olha para o pai e indaga: - O que é isso? O homem sorri e fala: - Meu filho, preste atenção. Então, o pai deu um grito em direção à montanha: - Eu amo você! Recebe a resposta: - Eu amo você! Fala ainda mais alto: - Eu admiro sua garra! A voz responde: - Eu admiro sua garra!E também bem alto, ele fala: - Você é um campeão! A voz repete: - Você é um campeão! O menino fica surpresa e pergunta: - Pai, o que é isso? O pai responde: - Filho, as pessoas chamam isso de eco, mas, na verdade, isso é a vida. Não gaste sua energia querendo mudar as palavras do vento. Mude as palavras que saem do seu coração. A vida, filho, é como um espelho: não adianta querer quebrá-lo se ele mostra um rosto que não lhe agrada. Mude suas posturas, suas emoções, suas atitudes e você terá a vida do jeito que merece.

            Com essa reflexão, Shinyashiki quer dizer que nossa vida é simplesmente o reflexo de nossas ações. Se você quer mais amor no mundo, então deve criar mais amor no seu coração. Se quiser mais competência de sua equipe, desenvolva a sua própria competência. As respostas que encontrará ao longo de sua vida profissional serão aquelas plantadas por você mesmo. Se quiser ouvir elogios, terá que elogiar; se quiser receber amor terá que dar amor. Portanto, dedique muita paixão ao seu trabalho, enfrente os desafios com segurança, comemore as vitórias quando ganhar e aprenda a administrar os fracassos, porque não se pode ganhar sempre. Sugerimos então várias atitudes que você poderá tomar para competir com igualdade no mercado profissional. O futuro é cheio de incertezas e você deve se preparar para enfrentar o desconhecido. Desta forma, pretendemos, fazer-lhe refletir sobre suas habilidades profissionais. Como está sua capacidade de comunicação? E sua criatividade? Você tem boa memória?  Esses e outros assuntos serão aqui abordados. Ao terminar a leitura, leia o seu currículo. Será que não está na hora de o atualizar? Reveja seu histórico tanto no plano pessoal quanto no profissional! Sua vida é uma conseqüência do que você é. Tem a sua cara e é exatamente do tamanho da sua visão. Por isso, alargue os horizontes. Como agora. Boa Sorte!!!

 

Fonte: Autor Desconhecido

 

O urso, a onça e os morangos.

            Um sujeito estava caindo em um barranco e se agarrou às raízes de uma árvore. Em cima do barranco havia um urso imenso querendo devora-lo. O urso rosnava, mostrava os dentes, babava de ansiedade pelo prato que tinha à sua frente. Embaixo, prontas para engoli-lo, quando caísse, estavam nada mais nada menos do que seis onças tremendamente famintas. Ele erguia cabeça, olhava para cima e via o urso rosnando. Quando o urso dava uma volta, ouvia o urro das onças, próximas do seu pé. As onças embaixo querendo come-lo e o urso em cima querendo devora-lo.

            Em determinado momento, ele olhou para o lado esquerdo e viu um morango vermelho, lindo, com aquelas escamas douradas refletindo o sol. Num esforço supremo, apoiou seu corpo, sustentado apenas pela mão direita, e, com a esquerda, pegou o morango. Quando pôde olha-lo melhor, ficou inebriado com sua beleza. Então, levou o morango à boca e se deliciou com o sabor doce e suculento. Foi um prazer supremo comer aquele morango tão gostoso.

            Deu para entender?

            Talvez você me pergunte: “Mas, e o urso?” Dane-se o urso e coma o morango!

            E as onças? Azar das onças, coma o morango!

            Ás vezes, você está em sua casa no final de semana, com seus filhos e amigos, comendo um churrasco. Percebendo seu mau humor, sua esposa lhe diz: “Meu bem, relaxe e aproveite o Domingo!” E, você chateado, responde: “Como posso curtir o Domingo se amanhã vai ter um monte de ursos querendo me pegar na empresa?” Relaxe e viva um dia por vez: coma o morango.

            Problemas acontecem na vida de todos nós, até o último suspiro. Mas nós precisamos saber comer os morangos, sempre. Você pode argumentar: “Eu tenho muitos problemas para resolver”. Problemas não impedem ninguém de ser feliz.

            O fato de seu chefe ser um chato não é motivo para você deixar de gostar de seu trabalho. O fato de sua mulher estar com tensão pré-menstrual não os impede de tomar sorvete juntos. O fato de seu filho ir mal na escola não é razão para não dar um passeio pelo campo. Coma o morango, não deixe que ele escape. Poderá não haver outra oportunidade de experimentar algo tão saboroso. Saboreie os bons momentos. Sempre existirão ursos, onças e morangos. Eles fazem parte da vida. Mas o importante é saber aproveitar o morango.

 

Fonte: Autor Desconhecido


 Saiba como usar os “4” segredos da mente inovadora

            Você quer mesmo ser um superprofissional? Pensar como um campeão, agir como um vencedor, ser disputado no mercado e ganhar como um astro? Então é bom pensar em instalar entre suas duas orelhas um cérebro imaginador. Mas, antes, medite no seguinte: ter mente inovadora não é você pensar: “Sou criativo, por isso primeiro coloco o sapato e, só depois, a meia”; “Gosto sempre de inovar, por isso trato todo mundo contando piadas ou gritando com eles, afinal ser criativo é estar na contramão da vulgaridade”.

            Alex Osborn já dizia há décadas: muitas vezes, deixar como está é uma opção criativa. Exemplo: tente mudar aquele amarelão da embalagem da Maisena para ver como as vendas cairão. Mas, enquanto um lado de seu cérebro pensa em não reinventar a roda, o outro lado pensa em procurar receitas inéditas. Hoje, na Era da Inovação Radical e da Imaginação Contínua, é bom você começar a sacudir sua mente com exercícios mentais e perguntas do tipo: como faço para recriar a General Motors, reinventar a Coca-Cola ou para ser a pessoas que vai descobrir a tinta para pintar o vento? Ou para ser o dono do projeto que fará os carros voar? Ou para construir prédios à prova de terroristas? Para se destacar num mundo de mediocridade, você precisa ter mente criativa. Inovação, hoje, é uma questão de sobrevivência. Tudo o que você vê é o retrato da imaginação. Ou está na espera para ser. O homem deixou de ser descobridor de conhecimentos e passou a ser inventor de conhecimentos.Viu a importância da mente inovadora?

            Talvez você pense que reinventar a roda ou inovar sua carreira é abobrinha ou conversa fiada, mas a verdade é que tudo é possível se você tiver Pensamento Inovador. Para isso, você acha que é preciso seguir regras convencionais? Claro que sim. Mas apenas para você adquirir o direito de violá-las. Mas como despertar esta força capaz de transformá-la numa pessoa de imaginação vencedora? Conheça os 4 segredos essenciais que podem transformá-lo num campeão do pensamento criador:

1) Imaginação criadora é buscar uma segunda, uma terceira, uma quarta ou uma milésima resposta certa:

            Aqui está o primeiro segredo do sucesso. É preciso ter mente antenada para captar a inovação. Mas por que esta antena está quebrada? Bem, segundo Roger Von Oech, desde que era criança você foi condicionado a buscar uma única resposta certa. Sempre foi assim. É claro que, na maioria das vezes, há sempre uma resposta certa. Nenhum homem equilibrado vai dizer: Quando pela primeira vez eu estiver diante da mulher de meus sonhos, vou logo direto ao assunto falo de sexo e só depois falarei de amor. É evidente que, muitas vezes, na vida, a primeira resposta ou a primeira verdade é a certa. Mas não estou falando disso. Estou dizendo que fomos programados a sempre procurar a primeira resposta como certa e isso bloqueou nossa maneira de pensar. Na escola, a professora lhe disse que há sempre uma resposta certa. Ela lhe ensinou que dois mais dois são quatro. Na empresa, quando você quis dar uma opinião, seu chefe lhe berrou: - A resposta certa está no manual e as normas, sem esquecer as diretrizes, é claro! Ou, então, seu chefe lhe disse: - Aqui nesta empresa há sempre 3 respostas: a certa, a errada e a minha. Ou como Henry Ford que, mansamente, disse a seus engenheiros: - Podem escolher qualquer cor para nosso carro, desde que seja preto. A criança quer pintar um elefante de vermelho e com asas e a professora comenta, ironizando: - Elefante de vermelho não existe nem na Rússia, sua burra, e haja asas para levantar um peso deste! Pronto. Quando cresce, a criança pensa: - Não posso fugir aos padrões da sociedade. A resposta está nas convenções e não nas imaginações.

            O individuo perde a identidade criadora e o seu talento vai pelos esgotos da mesmice ou do conformismo. Quer mente criativa? Então, a partir de agora, procure sempre a segunda ou a quinta ou a milésima resposta. Ser criativo é deixar de ter frases feitas e passar a ser pontos de interrogação. Jamais diga: - Qual o resultado? Pergunte: - Quais os resultados? É o caminho do sucesso.

2) Mude sua maneira de pensar, começando pela atualização de seus paradigmas, chavões, provérbios e velhos conceitos, mesmo porque a gênese da imaginação criadora não é ter idéias novas, é escapar das antigas, como dizia Emerson

            Paradigmas são normas ou conceitos ou padrões que aceitamos com verdade. São eles os policiais negativos guardando as fronteiras da criatividade e não permitindo que entre qualquer pensamento diferente. Quais são seus paradigmas? Alguns deles se transformam em frases de efeito ou no poder das afirmações negativas na área empresarial, do tipo: “Empregado, se você der a mão, ele quer o pé”. “Cliente é um chato”. “Toda loura é burra”. “Chefe só quer usar a gente”. “Panela velha é que faz comida boa”. “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”. “Santo de casa não faz milagre”. “Cachorro velho não aprende truque novo”. “Gerente não deve ir à festa com subordinados porque eles acabam sempre confundindo amizade com intimidade”. “Em casa de ferreiro, espeto é de pau”. Paradigmas precisam ser atualizados, reciclados ou abandonados. Quando faz revisão contínua de seus paradigmas, você está fabricando em seu cérebro a imaginação vencedora. Alguém perguntou: - O que é um banco? Quando atualizaram o paradigma de que banco não é um lugar, é um conceito, nasceu o banco 24 horas. O que é um telefone? É uma invenção feita para falar? Quando atualizaram o paradigma de que telefone não é só para falar, criaram os serviços telefônicos (disque piada, ouvir as horas, etc). Escreva 3 maneiras diferentes para se atravessar um rio. É fácil: por e-mail, pela Varig ou pelo Correio. Você mudou o paradigma de “atravessar” e encontrou respostas inesperadas. E você? Vai atualizar seus paradigmas? O resultado disso é você ser disputado no mercado.

3) Faça seu cérebro interpretar o inesperado

            Para jogar fora todo seu potencial imaginador, você precisa dar um choque inesperado em seu cérebro. Exemplos: faça algo diferente do que você usualmente faz. De preferência, aprenda algumas coisas opostas às suas atividades ou profissões. Se você é um arquiteto, aprenda alguma coisa oposta às suas atividades ou profissões. Se você é um arquiteto, aprenda literatura; se é um músico, aprende arqueologia; se é um jornalista, aprenda a cantar. Se você gosta de ler só as colunas esportivas nos jornais, passe a ler o caderno de economia, e vice-versa. Passe a observar as coisas sob outros e novos ângulos. Perturbe a rotina do cérebro. Anote todas as idéias que lhe pousam no cérebro, até mesmo as mais esquisitas. Quando lhe disserem uma resposta certa, cumprimente, reforce e diga: - Ótimo, gostei. Agora diga-me a segunda resposta certa para esse problema. Percebe o que ninguém percebeu ainda. Não tenha medo de ousar. Brinque com as idéias. Se você em um problema, abra o dicionário ao acaso, aponte uma palavra qualquer e pense: - Como esta palavra pode ajudar a resolver meu problema? Pegue uma coisa já pronta e continue, pois criatividade é você continuar onde os outros pararam. Exemplo: - Por que não criar um segundo pênalti no futebol? Pergunte: Por que não? Exemplo: Por que não acrescentar ou diminuir ou inverter ou adaptar algo em meu trabalho? Pergunte: O QUE NÃO ACONTECERIA SE... Exemplo: - O que aconteceria se meu setor não existisse? Pergunte E SE.. E SE eu pegasse os óculos das pessoas e enfiasse dentro dos olhos delas? O cara que fez essa pergunta idiótica inventou as lentes de contato.

4) Voe com duas asas que são dois hemisférios cerebrais.

            Ter pensamento inovador, trabalhar, fazer amizades, ser um vencedor é você voar com duas asas. Uma é asa do seu hemisfério cerebral esquerdo, e a outra, seu hemisfério direito.o esquerdo é metódico, seqüencial, detalhista, organizado, objetivo, preciso, ordenado, lógico, etc. E o direito é visionário, criativo, sentimental, inovador, analógico, intuitivo, metafórico, explorador, etc. Destes dois, qual o mais importante? Ora, os dois. Já imaginou um pássaro que voa só com uma asa? Vai dar voltas em círculos em torno si mesmo e não chegar a lugar nenhum, concorda? Já imaginou o inferno que vai virar uma empresa quem tem dois sócios e dois são hemisférios esquerdos? Todo mundo vai ser freio. E já imaginou também se os dois fossem hemisférios direito? Em que todo mundo só sabe imaginar? Seria uma criatividade sem disciplina ou lógica que iria dar em nada, não é? É preciso que, numa empresa, um seja acelerador e o outro freio. Para ter uma criatividade prática, objetivo e funcional, é necessário que você use seus dois hemisférios cerebrais: direito e esquerdo. Van Gogh era só imaginação. Pintou quadros magníficos. Ele tinha um hemisfério direito coloridíssimo, mas um hemisfério esquerdo totalmente preto e branco. Pintou 1.600 quadros, só conseguiu vender um, o resto trocava por sanduíches. Use mais seu hemisfério direito, não despreze o esquerdo e você despertará em você o gênio que espera ser acordado.

            Há muito mais recursos para você ter uma mente criativa, porém esses 4 são essenciais. Com eles, você chega além do topo mais rápido. Imaginação é a nova arma do jogo. Não saia de casa sem ela!

             Por Maurício Góis

 

As duas vizinhas

Havia duas vizinhas que viviam em pé de guerra. Não podiam se encontrar na rua que era briga na certa.

Depois de um tempo, dona Maria descobriu o verdadeiro valor da amizade e resolveu que iria fazer as pazes com dona Clotilde. Ao se encontrarem na rua, muito humildemente, disse dona Maria: - Minha querida Clodilte, já estamos nessa desavença há anos e sem nenhum motivo aparente. Estou propondo para você que façamos as pazes e vivamos como duas boas e velhas amigas.

Dona Clodilte, na hora estranhou a atitude da velha rival, e disse que iria pensar no caso. Pelo caminho foi matutando... Essa dona Maria não me engana, está querendo me aprontar alguma coisa e eu não vou deixar barato. Vou mandar-lhe um presente para ver sua reação.

Chegando em casa, preparou uma bela cesta de presentes, cobrindo-lhe com um lindo papel, mas encheu-a de esterco de vaca. “Eu adoraria  ver a cara da dona Maria ao receber este  “Maravilhoso” presente. Vamos ver se ela vai gostar dessa”.  Mandou a empregada levar o presente na casa da rival, com um bilhete: “Aceito uma proposta de paz e para selarmos nosso compromisso, envio-te esse lindo presente”.

Dona Maria estranhou o presente, mas não exaltou. Que ela está propondo com isso? Não estamos fazendo as pazes? Bem deixa pra lá. Alguns dias depois dona Clotilde atende a porta e recebe uma linda cesta de presentes coberta com um belo papel.

É a vingança daquela asquerosa da Maria. Que será que ela me aprontou!

Qual não foi sua surpresa ao abrir a cesta e ver um lindo arranjo das mais belas flores que podiam existir num jardim, e um cartão com a seguinte mensagem: “Estas flores é o que te ofereço em prova da minha amizade. Foram cultivadas com o esterco que você me enviou e que proporcionou excelente adubo para meu jardim. Afinal, cada um dá o que tem em abundância em sua vida”.

Autor desconhecido!


O frio que vem de dentro

Seis homens ficaram bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve. Teriam que esperar até o amanhecer para poderem receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha, que usavam para alimentar uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Se o fogo se apagasse, eles sabiam, todos morreriam de frio antes que o dia clareasse. A cada momento um homem deveria colocar um pouco de lenha na fogueira. Seria a única maneira para poder sobreviverem.

O primeiro homem era um racista. Ele olhou, demoradamente, para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então, pensou: “Aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro”. E as guardou, protegendo-as dos olhares dos demais.

O segundo homem era um rico avarento. Estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu em torno do fogo minguante, um homem da montanha, que estampava sua pobreza no aspecto rude do semblante, e nas roupas velhas e remendadas. Ele fez as contas do valor da sua lenha, e enquanto, mentalmente, sonhava com o lucro, pensou: “Eu, dar a minha lenha para aquecer um pobretão?”.

O terceiro homem era o negro. Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou mesmo daquela superioridade moral que o sofrimento lhe impunha. Seu pensamento era muito prático: “É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem”. E guardou sua lenha com cuidado.

O quarto homem era o pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Pensou: “Esta nevasca pode durar vários dias, vou guardar minha lenha”.

O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas, nem lhe passou pela cabeça oferecer da lenha que carregava. Estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil.

O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas das mãos calosas, os sinais da vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido: “Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém, nem mesmo o menor dos meus gravetos”.

Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A ultima brasa da fogueira se cobriu de cinzas, e finalmente, apagou.  

Ao alvorecer do dia, quando os homens do Socorro chegaram à caverna, encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha.

Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de socorro disse:

-         O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro.

 

Autor desconhecido

 

Ronilço Cruz de Oliveira

Psicólogo

 

 

 
 

"As maiores coisas do mundo e as mais belas não podem ser vistas e nem sequer tocadas. Devem ser sentidas com o coração."


Ronilço Guerreiro (67) 9996 5748

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